Comece pelo que já roda na sua empresa: os agentes.

A primeira oferta é organizar e governar os agentes e os usos de IA que já existem. As decisões entram depois, com a base de pé. Cada etapa termina com uma decisão sua.

Como começamos

O primeiro passo é o hub Organização e Agentes: dar dono, limite e prova ao que já roda. As decisões vêm depois, com a base pronta.

  1. Mapear

    Levantamos os agentes e os usos de IA que a empresa já tem, em qualquer plataforma, e quem responde por cada um.

    Organização e Agentes

  2. Organizar

    Pessoas e agentes entram no mesmo mapa. Cada agente ganha dono, time e um limite aceito pelo nome.

    Organização e Agentes

  3. Governar a operação

    O que tem risco passa por outra pessoa. Cada ato deixa recibo, e cada trabalho tem teto de custo.

    Organização e Agentes

  4. Ligar às decisões

    Com a base de pé, o trabalho dos agentes passa a servir decisões do negócio, com dono e efeito acompanhado.

    Decisões

Cada etapa termina com uma decisão sua: seguir, corrigir, ampliar ou parar.

As formas de contratar

Uma sequência com critério de saída em cada etapa. Ninguém precisa contratar tudo, e nada avança sem a evidência da etapa anterior.

  1. Etapa: Governança de IA

    Organização e Agentes

    Organizar e governar o que já roda

    Por onde a maioria começa

    Levantamos os agentes e os usos de IA que a empresa já tem, em qualquer plataforma, e os organizamos no hub. Cada agente ganha dono, time e um limite aceito pelo nome. O que tem risco passa por outra pessoa, cada ato deixa recibo e cada trabalho tem teto de custo.

    O que fica com a empresa

    Inventário dos agentes com dono, mapa de pessoas e agentes, limites aceitos, regras de revisão por risco, custo por trabalho e o resumo semanal de cada dono. O módulo já traz o Agente EDAVEN Construtor, para criar novos agentes plug-in com o seu time.

  2. Etapa: Decisões

    VÉRTICE Executivo

    Estruturar o primeiro caso

    Uma decisão crítica é lida de ponta a ponta: dados, responsáveis, baseline e o mapa das dimensões de governança que o caso exige. Termina com receitas candidatas e a proposta da etapa seguinte.

    O que fica com a empresa

    Leitura da decisão, baseline, mapa de governança do caso, receitas candidatas e CoE Seed, conforme o escopo.

  3. Etapa: Decisões

    Decision Sprint

    Aplicar uma capacidade

    De uma a três receitas rodam em modo sombra: a recomendação aparece ao lado da decisão humana, sobre o baseline, com mandato inicial e controles declarados. Cookbooks orientam a aplicação quando adequados ao contexto.

    O que fica com a empresa

    Caso em sombra, divergências registradas, evidências e decisão de continuidade.

  4. Etapa: Operação

    MDC · Managed Decision Cell

    Operar e co-gerir

    Receitas qualificadas passam a operar com mandato, limite de autoridade e supervisão: cada ação deixa recibo e o efeito é acompanhado contra o baseline. A autonomia só sobe com prova.

    O que fica com a empresa

    Operação supervisionada, recibos e efeito acompanhado dentro do pacote contratado.

  5. Etapa: Times

    Arcogi Academy

    Habilitar e transferir

    Formação aplicada para que o time e os parceiros compreendam, operem e evoluam a prática: papéis, autoridade, revisão e evidência.

    O que fica com a empresa

    Competências, materiais e rituais aplicáveis.

Seis portas de entrada

Cada empresa chega com uma pergunta diferente. Estas são as mais comuns, e o que cada uma entrega.

Mapa de decisões

A empresa diz: “Não sei por onde começar com IA.”

Inventário e decisão prioritária.

Decisão diferenciadora

A empresa diz: “Já sei qual decisão quero resolver.”

Decisão operando e efeito medido.

Governar a IA que você já tem

A empresa diz: “Tenho Cortex, Copilot, IA no ERP, e ninguém controla.”

IAs de terceiros sob controle.

Fábrica de agentes

A empresa diz: “Quero que meu time crie agentes, com governança.”

Agentes com dono e mandato.

Dado pronto

A empresa diz: “Ninguém confia nos números.”

Produtos de dados com contrato.

Agentes no ecossistema

A empresa diz: “Meu pessoal quer usar agentes, de forma controlada.”

Adaptadores e conectores com Snowflake, Databricks, AWS, GCP, Microsoft e outros, conforme o projeto.

Porta não é produto: cada uma combina Organização e Agentes, Data Ready e Decision Intelligence conforme o caso. Escopo e estado são confirmados na proposta.

Todo agente já nasce governado.

A governança de IA e de agentes não é um projeto à parte, nem um documento de políticas. Ela entra na arquitetura, na engenharia e na operação de cada agente desde o primeiro dia, e cada regra é aplicada em cada ato, enquanto o agente trabalha.

A Gartner espera que mais de 40% dos projetos de agentes sejam cancelados até 2027, por custo, valor pouco claro e falhas na gestão de risco. Gartner, Hype Cycle for Artificial Intelligence, 2026

Na arquitetura

Políticas e risco

  • Inventário de agentes, modelos e IA de terceiros
  • Risco classificado por caso, com o controle que ele exige
  • Propósito, dono, time e limite aceito pelo nome
  • Só dados com origem, finalidade e retenção definidas
  • Só modelos liberados para aquele tipo de dado

Na engenharia

Segurança e qualidade

  • Identidade e mandato próprios para cada agente
  • Ação fora do mandato negada antes de executar
  • Testes adversariais, de viés e dos riscos conhecidos de aplicações com agentes
  • Agente de fornecedor qualificado na entrada e de novo quando muda
  • Uma pessoa revisa e assina cada versão antes do uso

Na operação

Supervisão e auditoria

  • Outra pessoa revisa o que tem risco; dupla aprovação no risco alto
  • Condição de parada e quem autoriza a retomada
  • Monitoramento de desvios, exceções e consumo, com teto de custo
  • Incidente tratado com pacote de evidência
  • Recibo e proveniência de cada ato; autonomia que sobe e cai com o histórico

E o aprendizado fica com a empresa: memória com curadoria humana, no seu ambiente, fora do modelo do fornecedor.

Os controles são ligados aos referenciais que auditor e cliente cobram: AI Act, LGPD, ISO/IEC 42001, NIST AI RMF e OWASP para LLM e agentes. É mapeamento de referência, não parecer jurídico nem certificação. Ver a governança em detalhe

Capacidade e acompanhamento com escopo definido.

A proposta define as aplicações, ativos, integrações, dedicação de especialistas, suporte e critérios de aceite. Horas podem compor pacotes fechados. A continuidade é escolhida conforme a necessidade.

Os ativos do caso, configurações e evidências previstos em contrato permanecem com o cliente. Licenças, suporte e atualizações têm condições próprias; o corpo de conhecimento autoral não é transferido integralmente.

Ler o playbook completo

Quais agentes já trabalham na sua empresa?

Em meia hora, o Matias ajuda a mapear o que já roda e diz por onde começar.